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Visitas de Estado de Mário Soares


01

S. Tomé e Príncipe

5 a 8 de Dezembro de 1986
As visitas de Estado à República de S. Tomé e Príncipe e à República de Cabo Verde representam o início das deslocações oficiais de Mário Soares ao estrangeiro na qualidade de Presidente da República, demonstrando assim a prioridade dada às relações com os países de expressão oficial portuguesa.

Nos seus discursos sublinhou a importância da língua portuguesa como elemento privilegiado de cooperação, o contributo de Portugal para a resolução dos problemas africanos no âmbito da Comunidade Europeia, a preocupação com a situação da África Austral e a condenação do apartheid. Não deixou também de manifestar a sua solidariedade com as populações de Moçambique, Angola e Timor Leste.

É o momento em que evoca o Presidente Samora Machel, falecido em Outubro, elogiando o seu esforço na busca de vias para o reestabelecimento da paz na África Austral.

Percorreu as ilhas de S.Tomé e Príncipe, acentuando o papel de Portugal na construção de um país novo "verdadeiramente independente, de progresso e de paz".

No decurso desta viagem assinaram-se acordos de assistência no domínio da meteorologia e geofísica, bem como nas áreas da agricultura, silvicultura e pecuária, iniciando-se também a construção do bairro para os cooperantes portugueses.

Mário Soares recordou ainda as provas de solidariedade que recebeu do povo santomense quando ali lhe foi fixada residência pela ditadura entre Março e Novembro de 1968.

Seguidamente, Mário Soares desloca-se às diferentes ilhas de Cabo Verde. Na Ilha de Santiago encontra-se com a comunidade portuguesa da cidade da Praia, visita o Instituto Nacional de Investigação Agrária e o antigo campo de concentração do Tarrafal, onde presta homenagem aos presos políticos, portugueses e das ex-colónias, que para ali foram deportados.

Durante a sua estadia em Cabo Verde chama a atenção para a necessidade de reforçar a cooperação entre os dois países, nomeadamente através de protocolos empresariais.

Dirigindo-se aos deputados cabo-verdianos, Mário Soares sublinhou o papel primordial do Parlamento na afirmação da Democracia, da Paz, da Liberdade, da Justiça e da Prosperidade.

02

Cabo Verde

8 a 11 de Dezembro de 1986
As visitas de Estado à República de S. Tomé e Príncipe e à República de Cabo Verde representam o início das deslocações oficiais de Mário Soares ao estrangeiro na qualidade de Presidente da República, demonstrando assim a prioridade dada às relações com os países de expressão oficial portuguesa.

Nos seus discursos sublinhou a importância da língua portuguesa como elemento privilegiado de cooperação, o contributo de Portugal para a resolução dos problemas africanos no âmbito da Comunidade Europeia, a preocupação com a situação da África Austral e a condenação do apartheid. Não deixou também de manifestar a sua solidariedade com as populações de Moçambique, Angola e Timor Leste.

É o momento em que evoca o Presidente Samora Machel, falecido em Outubro, elogiando o seu esforço na busca de vias para o reestabelecimento da paz na África Austral.

Percorreu as ilhas de S.Tomé e Príncipe, acentuando o papel de Portugal na construção de um país novo "verdadeiramente independente, de progresso e de paz".

No decurso desta viagem assinaram-se acordos de assistência no domínio da meteorologia e geofísica, bem como nas áreas da agricultura, silvicultura e pecuária, iniciando-se também a construção do bairro para os cooperantes portugueses.

Mário Soares recordou ainda as provas de solidariedade que recebeu do povo santomense quando ali lhe foi fixada residência pela ditadura entre Março e Novembro de 1968.

Seguidamente, Mário Soares desloca-se às diferentes ilhas de Cabo Verde. Na Ilha de Santiago encontra-se com a comunidade portuguesa da cidade da Praia, visita o Instituto Nacional de Investigação Agrária e o antigo campo de concentração do Tarrafal, onde presta homenagem aos presos políticos, portugueses e das ex-colónias, que para ali foram deportados.

Durante a sua estadia em Cabo Verde chama a atenção para a necessidade de reforçar a cooperação entre os dois países, nomeadamente através de protocolos empresariais.

Dirigindo-se aos deputados cabo-verdianos, Mário Soares sublinhou o papel primordial do Parlamento na afirmação da Democracia, da Paz, da Liberdade, da Justiça e da Prosperidade.

03

Brasil

24 de Março a 5 de Abril de 1987
Na sua primeira visita ao Brasil na qualidade de Presidente da República, Mário Soares leva a todos os brasileiros o abraço fraterno do povo português, afirmando o desejo de converter os laços multisseculares em realidades concretas e actuantes. Participa em diferentes eventos socio-culturais e visita várias instituições promotoras da cultura portuguesa e do intercâmbio bilateral, não só na esfera cultural, como também no campo da saúde, da assistência social, da beneficiência e do desporto.

Durante esta visita de Estado, recebe o doutoramento "Honoris Causa" pela Universidade do Estado de S. Paulo.

Na Federação das Indústrias do Estado de S. Paulo, profere o discurso "Cooperar nos desafios do século XXI".

Nos diferentes Estados a que se desloca, contacta com as comunidades portuguesas, convidando-as a serem "embaixadores de um Portugal novo", "continuando os nossos descobrimentos na dimensão humanista do diálogo, da fraternidade e do trabalho conjunto para o progresso".

04

U.R.S.S.

22 a 29 de Novembro de 1987

05

Espanha

14 a 19 de Dezembro de 1987
No segundo ano do primeiro mandato, Mário Soares parte para Espanha numa visita que exprime o desejo e a vontade política de abrir uma nova página num relacionamento de séculos, dando início a uma "fase de diálogo franco e aberto, em que se sublinhe a solidariedade de interesses, no desenvolvimento dos nossos povos e na partilha do ideário europeu."

Promove os contactos entre homens da cultura e da ciência, deputados, sindicalistas e personalidades de relevo na vida pública das duas nações, afirmando o vasto campo de colaboração bilateral que urge incentivar.

Visita as cidades de Madrid, Salamanca, Barcelona e Sevilha.

06

R.F.A.

18 a 23 de Abril de 1988

07

Luxemburgo

16 a 18 de Maio de 1988

08

Suiça

18 a 21 de Maio de 1988

09

Grécia

12 a 17 de Dezembro de 1988

10

Hong-Kong e Macau

27 de Fevereiro a 5 de Março de 1989

11

Itália

5 a 12 de Abril de 1989

12

Hungria

27 de Setembro a 2 de Outubro de 1989

13

Holanda

2 a 4 de Outubro de 1989

14

França

16 a 21 de Outubro de 1989
Em Outubro de 1989, no bicentenário da revolução francesa, Mário Soares visita França a convite do presidente François Mitterrand, deslocando-se a Paris, a Lyon e a Bordéus. No banquete oferecido em sua homenagem no Palácio do Eliseu, destaca o progressivo interesse francês pela realidade portuguesa, bem como a importância da realização de eventos que permitam estreitar laços ao nível da cultura, da ciência e do comércio. Ao longo da sua visita, sublinha o papel da comunidade portuguesa no sentido de dar uma imagem real do novo Portugal. E participa nas manifestações do primeiro aniversário das "Belles´Etrangéres", encontros organizados para promover a cultura portuguesa em França.

Fora do âmbito da visita de Estado, participa na 25ª sessão do Conselho Geral da UNESCO para a Educação, Ciência e Cultura. Sob o título "As novas descobertas", elege as conquistas da educação, da investigação tecnológica e da cultura como os únicos instrumentos capazes de assegurar um futuro em dignidade, igualdade e liberdade para todos os homens. Neste contexto, lembra o caso especial de Timor-Leste.

Em 18 de Outubro, Mário Soares foi doutorado "Honoris Causa" pela Universidade da Sorbonne.

Recordando os seus tempos de Assistente, aquando do seu exílio em Paris, acentuou a responsabilidade dos intelectuais pelo futuro da Terra, concretizando o legado da Revolução Francesa, cujo bicentenário se comemorava: "Não podemos frustrar a esperança de tantos seres humanos que aspiram à dignidade e têm o direito inalienável a viver em condições humanas".

15

Guiné-Bissau

20 a 24 de Novembro de 1989

16

Costa do Marfim

24 a 26 de Novembro de 1989

17

Zaire

26 a 30 de Novembro de 1989

18

Ordem Soberana e Militar de Malta

19 e 20 de Fevereiro de 1990

19

Vaticano

26 e 29 de Abril de 1990

20

Marrocos

15 a 20 de Maio de 1990

21

Suécia

9 a 11 de Outubro de 1990

23

Oman

23 e 24 de Janeiro de 1992
Mário Soares visita a Índia, respondendo ao convite do presidente Ramaswami Venkataraman para participar nas comemorações do 26 de Janeiro, Dia da República. Esta primeira visita de um Chefe de Estado português a este país é afirmada "como um momento de reencontro e reconciliação entre dois Povos independentes, livres e que se respeitam".

Desloca-se a Nova Delhi, Jaipur, Cochim, Goa, Bombaim, Diu e Damão, contribuindo para o aprofundamento das relações luso-indianas nas áreas da cultura, da ciência e da economia. Nos seus discursos não deixa de sublinhar que a Índia é o maior Estado democrático do mundo, elogiando a sua vivência multicultural.

Inicia a viagem com uma breve passagem pelo Sultanato de Oman, onde foi recebido pelo Sultão Qaboos Bin Said.

O Marajá de Jaipur, Col. Bhavani Singh, honrando a estadia do Presidente Mário Soares nesta cidade organizou uma exposição documental alusiva à presença histórica de Portugal no Rajasthan.

Durante a sessão pública de boas vindas na Academia de Kala em Pangim, o Presidente recorda o restabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a Índia por ocasião da sua primeira visita a Goa, em 1974, na qualidade de Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Na cidade de Pondá, Goa, os "Freedom Fighters" prestaram homenagem à luta de Mário Soares contra a ditadura Salazarista.

No décimo dia da sua visita, percorre a cidade de Damão onde inaugura o Centro de Língua Portuguesa.

22

Índia [via Oman - 23 e 24 de Janeiro]

24 de Janeiro a 4 de Fevereiro de 1992
Mário Soares visita a Índia, respondendo ao convite do presidente Ramaswami Venkataraman para participar nas comemorações do 26 de Janeiro, Dia da República. Esta primeira visita de um Chefe de Estado português a este país é afirmada "como um momento de reencontro e reconciliação entre dois Povos independentes, livres e que se respeitam".

Desloca-se a Nova Delhi, Jaipur, Cochim, Goa, Bombaim, Diu e Damão, contribuindo para o aprofundamento das relações luso-indianas nas áreas da cultura, da ciência e da economia. Nos seus discursos não deixa de sublinhar que a Índia é o maior Estado democrático do mundo, elogiando a sua vivência multicultural.

Inicia a viagem com uma breve passagem pelo Sultanato de Oman, onde foi recebido pelo Sultão Qaboos Bin Said.

O Marajá de Jaipur, Col. Bhavani Singh, honrando a estadia do Presidente Mário Soares nesta cidade organizou uma exposição documental alusiva à presença histórica de Portugal no Rajasthan.

Durante a sessão pública de boas vindas na Academia de Kala em Pangim, o Presidente recorda o restabelecimento das relações diplomáticas entre Portugal e a Índia por ocasião da sua primeira visita a Goa, em 1974, na qualidade de Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Na cidade de Pondá, Goa, os "Freedom Fighters" prestaram homenagem à luta de Mário Soares contra a ditadura Salazarista.

No décimo dia da sua visita, percorre a cidade de Damão onde inaugura o Centro de Língua Portuguesa.

24

Dinamarca

6 a 9 de Maio de 1992

25

Turquia

21 a 27 de Outubro de 1992

26

Reino Unido

27 de Abril a 2 de Maio de 1993

27

Irlanda

1 a 4 de Junho de 1993

28

Islândia

4 a 6 de Junho de 1993

29

Chile

9 a 14 de Julho de 1993

30

Japão

18 a 27 de Outubro de 1993

31

Hong-Kong e Macau

28 a 31 de Outubro de 1993

32

Bulgária

13 a 16 de Setembro de 1994

33

Malta

9 a 11 de Outubro de 1994

34

Egipto

11 a 16 de Outubro de 1994

35

Letónia

17 e 18 de Outubro de 1994

36

Polónia

18 a 20 de Outubro de 1994

37

República Checa

15 a 17 de Novembro de 1994

38

Tunísia

7 e 8 de Março de 1995

39

Macau

6 a 10 de Abril de 1995
Antes de iniciar a sua primeira visita de Estado à República Popular da China, Mário Soares desloca-se uma vez mais ao território de Macau. Nesta visita oficial afirma o bom relacionamento entre Portugal e a China, bem como a fidelidade ao espírito da declaração luso-chinesa de 1987. Elogiando o território enquanto expressão por excelência de um espaço de diálogo multicultural, declara a necessidade de assegurar, num processo de transição pacífica, a preservação dessa identidade singular.

Visita seguidamente a China, deslocando-se a Pequim, Xian e Xangai. Numa entrevista ao jornal "Público", no final desta viagem, o Presidente declara o seu optimismo quanto ao futuro da China e ao estreitamento das relações bilaterais, designadamente no que respeita à transição do Território de Macau para a soberania chinesa em Dezembro de 1999. Apela ainda à colaboração do Ocidente no sentido de ajudar este país a percorrer o caminho para a democratização.

40

China

10 a 17 de Abril de 1995
Antes de iniciar a sua primeira visita de Estado à República Popular da China, Mário Soares desloca-se uma vez mais ao território de Macau. Nesta visita oficial afirma o bom relacionamento entre Portugal e a China, bem como a fidelidade ao espírito da declaração luso-chinesa de 1987. Elogiando o território enquanto expressão por excelência de um espaço de diálogo multicultural, declara a necessidade de assegurar, num processo de transição pacífica, a preservação dessa identidade singular.

Visita seguidamente a China, deslocando-se a Pequim, Xian e Xangai. Numa entrevista ao jornal "Público", no final desta viagem, o Presidente declara o seu optimismo quanto ao futuro da China e ao estreitamento das relações bilaterais, designadamente no que respeita à transição do Território de Macau para a soberania chinesa em Dezembro de 1999. Apela ainda à colaboração do Ocidente no sentido de ajudar este país a percorrer o caminho para a democratização.

41

Paquistão

17 a 19 de Abril de 1995

42

Israel

31 de Outubro a 4 de Novembro de 1995
Em Novembro de 1995, testemunhando a sua constante preocupação com o processo de paz no Médio Oriente, Mário Soares visita Israel e a Autoridade Nacional Palestiniana, na Faixa de Gaza. Ao longo desses dias incita à intensificação dos esforços para que as populações judaicas e arábes possam viver em paz e no respeito das suas identidades culturais e religiosas.

Durante a sua estadia em Israel é recebido no Knesset (Parlamento), visita o Museu do Holocausto e presta homenagem às vítimas do genocídio nazi, recordando o cônsul português Aristides de Sousa Mendes e o seu papel na defesa dos judeus perseguidos durante a II Guerra Mundial.

Na cerimónia realizada em sua honra no Knesset, Mário Soares reitera o pedido de perdão aos Judeus perseguidos pela Inquisição Portuguesa.

Sob o título "A coragem do diálogo difícil", evoca a importância da preservação da memória das grandes atrocidades cometidas ao longo da História, sobretudo quando o racismo, a xenofobia e os fundamentalismos religiosos disseminam pelo mundo uma nova vaga de intolerância. Elogiando os dirigentes das comunidades árabe e judaica, oferece a total colaboração de Portugal para o processo de paz.

A visita oficial à Faixa de Gaza significou um marco histórico: pela primeira vez, um Chefe de Estado dispôs-se a pernoitar em Gaza, a convite de Yasser Arafat; aí recebe a notícia do assassinato do Primeiro-Ministro israelita, Yitzahk Rabin.

Segue de Gaza para Israel, passando pelo Cairo, para assistir no dia 6 de Novembro às cerimónias fúnebres em honra do Primeiro-Ministro assassinado.

Nas declarações que presta na ocasião, Mário Soares manifesta a esperança de que aquela morte não comprometa o processo de paz, mas sim demonstre a urgência da sua concretização.

43

Faixa De Gaza

4 e 5 de Novembro de 1995
Em Novembro de 1995, testemunhando a sua constante preocupação com o processo de paz no Médio Oriente, Mário Soares visita Israel e a Autoridade Nacional Palestiniana, na Faixa de Gaza. Ao longo desses dias incita à intensificação dos esforços para que as populações judaicas e arábes possam viver em paz e no respeito das suas identidades culturais e religiosas.

Durante a sua estadia em Israel é recebido no Knesset (Parlamento), visita o Museu do Holocausto e presta homenagem às vítimas do genocídio nazi, recordando o cônsul português Aristides de Sousa Mendes e o seu papel na defesa dos judeus perseguidos durante a II Guerra Mundial.

Na cerimónia realizada em sua honra no Knesset, Mário Soares reitera o pedido de perdão aos Judeus perseguidos pela Inquisição Portuguesa.

Sob o título "A coragem do diálogo difícil", evoca a importância da preservação da memória das grandes atrocidades cometidas ao longo da História, sobretudo quando o racismo, a xenofobia e os fundamentalismos religiosos disseminam pelo mundo uma nova vaga de intolerância. Elogiando os dirigentes das comunidades árabe e judaica, oferece a total colaboração de Portugal para o processo de paz.

A visita oficial à Faixa de Gaza significou um marco histórico: pela primeira vez, um Chefe de Estado dispôs-se a pernoitar em Gaza, a convite de Yasser Arafat; aí recebe a notícia do assassinato do Primeiro-Ministro israelita, Yitzahk Rabin.

Segue de Gaza para Israel, passando pelo Cairo, para assistir no dia 6 de Novembro às cerimónias fúnebres em honra do Primeiro-Ministro assassinado.

Nas declarações que presta na ocasião, Mário Soares manifesta a esperança de que aquela morte não comprometa o processo de paz, mas sim demonstre a urgência da sua concretização.

44

África Do Sul

17 a 24 de Novembro de 1995

45

Seychelles

24 a 28 de Novembro de 1995
Em Novembro de 1995, Mário Soares ruma à República das Seychelles, respondendo ao convite, várias vezes formulado, do seu Presidente, France Albert René. Nestas ilhas que guardam uma viva mémoria histórica da presença portuguesa, os dois presidentes partilharam as suas preocupações com o ambiente, e em particular com os Oceanos, a sua preservação e o seu potencial no desenvolvimento económico e social das nações marítimas. Mário Soares destaca o potencial turístico e piscatório das ilhas, bem como as possibilidades de estabelecimento de relações bilaterais de cooperação económica.

Percorre várias áreas de reserva natural, visita as diferentes ilhas, inaugura uma exposição de cartografia portuguesa dos séculos XV a XVIII, visita os arquivos nacionais e outros locais de interesse cultural.

46

Angola [escala em S.Tomé no dia 11 de Janeiro de 1996]

8 a 11 de Janeiro de 1996



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