018004
TRINDADE, Luís
O Espírito do Diabo: discursos e posições intelectuais no semanário "O Diabo" (1934 - 1940)

AGRADECIMENTOS

l

INTRODUÇÃO

4

l - A escolha do objecto

4

2 - A abordagem

6

3 - Uma história dos intelectuais

7

4 - Leituras e precauções

8

5 - Uma hipótese

11

I PARTE

14

O DIABO NOS ANOS TRINTA

14

capítulo - introdução À LEITURA DE O diabo

15

1.1 - O Contexto

15

1.1.1 - Os Anos 30

15

1.1.2 - Portugal

17

1.2- O Diabo

19

1.2.1 - Afirmações editoriais

19

1.2.1.1 - Tribuna elevada da crítica

19

1.2.1.2 - Os homens livres

21

1.2.1.3 - O reinado eficaz da cultura

23

1.2. l.4 - O "fato novo"

25

1.2.2 - Comunicação cornos leitores

28

1.2.2.1 - Indefinição inicial

28

l .2.2.2 - Relação professoral

29

1.2.2.3 - Relações de camaradagem

30

1.2.3 - Breve panorama sobre a estrutura e os conteúdos de O Diabo

32

1.2.3.1 - De olhos postos no mundo

32

1.2.3.2 - Estratégias de fidelização

34

1.2.3.3 - Os elementos da missão cultural

35

1.2.3.4 - Estrutura da missão cultural

36

1.2.4 - A relação com os colaboradores

38

1.2.4.1 - Nomes fortes

38

capítulo - OS COLABORADORES E O MEIO

43

2.1 - Grupos de colaboradores

43

2.1.1 - Figuras da I República

44

2.1.2 - Os anarquistas de A Batalha

45

2.1.3 - Os jornalistas do meio cultural

47

2.1.4 - Personalidades influentes

50

2.1.5 — Os jovens universitários

52

2.2 - Os colaboradores e o meio

55

2.2.1 - Elementos do meio

55

2.2.2 - Atavismos do meio

57

2.2.3 - A crítica ao meio

59

2.2.4 - Diagnósticos do meio

62

2.2.5 - O meio e a novidade

63

3° CAPÍTULO - O MODERNISMO F A VIDA MODERNA

66

3.1 Reacção ao modernismo

66

3.2 - O cinema no mundo do teatro

68

3.2.1 - Roberto Nobre e o cinema português

71

32.2 - Eduardo Scarlatti vs Roberto Nobre: o teatro perante a ameaça do cinema

73

3.2.3 - O cinema real

75

3.3 - A vida moderna, os costumes e os preconceitos

78

3.3.1 - Os preconceitos elementares

79

3.3.2 - Elementos desagregadores

82

3.3 3 - Crítica social

84

3.3.4 - O inquérito à mulher portuguesa

85

3.3.5 - Os obstáculos do caminho

88

3.3.6 - Nova ideologia, novos comportamentos

92

3.3.7 - Limites

94

capítulo - A MEMÓRIA E AS HERANÇAS

97

4.1 - Comemorações e homenagens

97

4.1.1 - Elogio da modernidade

97

4.1.2 - As figuras inspiradoras

99

4.1.3 - Na linha da revolução

103

4.1.4- Leitura revolucionária da revolução

105

4.2 - Polémicas e ataques

109

4.2.1 - Posições iniciais

109

4.2.2 - A polémica entre António Sérgio e Sant'Anna Dionísio acerca do pensamento de Leonardo Coimbra

112

4.2.3 - O vencidismo e os caminhos da vitória

116

II PARTE

120

O DIABO E O FUTURO

120

1º CAPÍTULO - O diabo EM TEMPOS DRAMÁTICOS

121

1.1 - Relações com outras publicações

727

1.1.1 - Os adversários

121

1.1.2 - Modelos

123

1.1.3 - Uma relação tempestuosa: O Diabo e a Presença

124

1.1.4 - Novas amizades: Sol Nascente e outros

127

1.1.5 - Afastamentos

130

1.2 - Silêncios: O Diabo e a censura

132

1.2.1 - O Diabo e a censura

132

1.2.2 - A censura e O Diabo

134

l.2.3 - Silêncios

135

1. 3 - Intervenções políticas

139

1.3.1 - A história e o optimismo

140

1.3.2 - O realismo político

143

1.3.3 - Primeiras tentativas de explicação

145

1.3.4 - Outra explicação

147

1.3.4.1 - Sob a direcção de Guilherme Morgado

148

l .3.4.2 - Sob a direcção de Manuel Campos Lima

149

1.3.5 - Posições ilegais

153

capítulo - passos PARA A CONSCIENCIALIZAÇÃO

155

2.1 - Rupturas geracionais

755

2.1.1 - Um problema de juventude

155

2.1.2 - Um novo conceito de juventude

158

2.1.3 - O inquérito sobre a juventude

160

2.1.4 - Uma geração intermédia

162

2.1.5 - A geração em perigo

164

2.2 - O papel dos intelectuais

167

2.2.1 - Um novo conceito de intelectual

168

2.2.2 - Idealismo vs Materialismo

170

2.2.3 - A acção dos novos intelectuais

172

2.2.4 - Uma atitude ideologizada por uma ideologia da acção

174

CAPÍTULO - OS novos discursos

177

3.1 - Discursos ideológicos

177

3.1.1 - Um conjunto de ideias dispersas

177

3. l .2 - A eficácia das ideias

179

3.1.3 - O Diabo marxista

181

3.1.4 - Encruzilhadas

183

3.2 - Discursos estéticos

186

3.21 - Artistas e intelectuais

186

3.2.2 - Um caso na transição: Amorim de Carvalho

189

323 - Alternativa ao modernismo

190

3.2.4 - A literatura dominante

194

3.2.5 - A consciencialização neo-realista

196

3.2.5. l - A descoberta do Brasil

196

3.2.5.2 - A necessidade do neo-realismo

198

3.2.5.3 - Nascimento e baptismo

201

3.2.5.3.1 - Rupturas

201

3.2.5.3.2 -... e continuidades

203

3.2.5.4 - Combates pelo neo-realismo

205

3.2.5.5 - A marcha da literatura

209

3.2.5.6 - O papel histórico do neo-realismo

211

CONCLUSÃO - O ESPAÇO DA CULTURA

214

1 - O problema

214

2 - Primeira tentativa de solução

217

3 - Segunda tentativa de solução

218

4 - Palavras finais

221

CRONOLOGIA COMPARADA DO SEMANÁRIO O DIABO

224

FONTES E BIBLIOGRAFIA

242

ÍNDICE

257

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