013227
FREIRE, Maria Dulce Alves
Produzir e Beber: a vinha e o vinho no Oeste (1929-1939)

Nota Prévia

 

Abreviaturas

 

INTRODUÇÃO

 1

I- A vinha e o vinho: tempo e espaço

 5

II - A vinha e o vinho: estudos e fontes

 9

PARTE I

 

Capítulo 1 - DE ONDE VEM A CRISE ?

 17

l- Em busca das causas profundas

 18

1.1- Retratos de um país vinícola

 

1.2- Da euforia à depressão, ou více-versa

 

1.2.1- Segunda metade do século XIX

 

l .2.2- Viragem do século XIX para o XX

 

1.2.3- Durante e após a Grande Guerra

 

2 - Alterações no panorama vitivinícola mundial

 42

2. l-Produção e comércio seguem linhas divergentes

 

2.2 - Mudança de gosto e hábitos

 

3 - Vitivinicultores: consensos e contradições

 51

Capítulo II - A(S) "MOMENTOSA(S) CRISE(S)" DOS ANOS TRINTA

 64

1- Incidências das crises

 67

1.1 - Os vinhos portugueses nos mercados externos

 

1.2 - As faces da superprodução

 

1.3 - Ao ritmo das crises

 

2 - Respostas do "Estado Forte"

 81

2.1 - Das vindimas de 1929 ao São Martinho de 1931

 

2.2 - Do vinho novo da 1932 à abundância de 1933

 

2.3 - Do "néctar" de 1934 à escassez de 1936

 

2.4 - Do estio de 1937 às vindimas de 1939

 

3 - Resolver a "questão vinhateira"

 106

3.1 - Produzir menos e melhor

 

3.1.1 - Princípio e fim da FVCSP

 

3.1.2 - Os grémios concelhios de vinicultores

 

3.2 - Vender mais e melhor

 

3.2.1 - Armazenar e distribuir

 

3.2.2 - Controlar o comércio externo

 

3.2.3 - Organizar os operários

 

3.3 - Dirigir o sector

 

3.3.1 - A Coordenação da JNV

 

Capítulo III - A "POLÍTICA DE VERDADE" EM MARCHA

 127

l - As grandes prioridades

 128

1.1- Financiamento do sistema

 

l .2 - Mercados e preços

 

1.2,1 - Compras e financiamentos

 

1.2.2 - Abertura dos vinhos novos

 

1.2.3 - Fixação de preços

 

1.2.4 - Abastecimento de aguardentes ao Douro

 

1.3 -Fiscalização

 

2 - As Soluções adiadas

 153

2.1- Melhorar a produção

 

2.1.1 - Reduzir e reconverter a vinha

 

2.1.2 - Assistência técnica

 

2.1.3 - Adegas cooperativas

 

2.1.4 - Regiões demarcadas

 

2.2 - Intensificar o escoamento

 

1.2.1 Aumento do consumo interno

 

2.2.2 - Álcool carburante

 

2.2.3 - Outros destinos para as uvas

 

Capítulo IV - BALANÇO DE UMA DÉCADA

 172

l - Efeitos das medidas governativas

 174

2 - Expectativas e oposições

 180

2.1 - Senhores do vinho: contradições internas

 

1.1.1 - Produtores/comerciantes

 

2. l.2 - Sul / Norte

 

2.1.3 -No Centro e Sul

 

2.2 - Senhores do vinho/senhores do pão

 

2.3 - Senhores do vinho/senhores da indústria

 

PARTE II

 

Capítulo I - UMA REGIÃO SEM FRONTEIRAS

 200

l - Definir o Oeste

 201

1.1- Uma "terra de vinho"

 

1.2 - Um bairrismo louvável

 

2 - "A pedra angular do verdadeiro patriotismo"

 214

Capítulo II - A OESTE ERA O VINHO

 219

 l - Perigosa tendência para a monocultura

 221

2 - A vitivinicultura comercial

 241

2.1 - Acessibilidade aos mercados

 

2.2 - Indústria e comércio vinícolas

 

3- Pelo aumento das "subsistências"

 250

3.1-O pão

 

3.2 - As frutas

 

4 - Uma região, duas economias

 259

Capítulo III- SENHORES DA VINHA E DO VINHO

 269

1 - Lavradores e negociantes

 270

2 - Os Comissários de Torres

 274

Capítulo IV- UMA REGIÃO NA SUPERPRODUÇÃO

 280

l - Sob a emoção do vinho

 282

l. l - Esperando os benefícios da novidade

 

1.1.1- Preparar a vindima

 

1.1.2- Fazer e conservar

 

1.1.3- Negociar

 

l.2 - Abastecer a capital

 

1.2.1- O gosto popular

 

l.2.2. - As novas regras

 

l .3 - O "vinho para o preto"

 

1.3.1- Contra as bebidas cafreais

 

l .3.2 -Transporte a longa distância.

 

1.3.3 - Organização do comércio local

 

2-Sob o signo da vinha

 303

l - Os sinais da depressão

 

2 - Os amanhos das cepas

 

EPÍLOGO

 313

ANEXOS

 318

Anexo Nº1 Quadros

 

Anexo Nº2 Mapas

 

Anexo Nº3 Iconografia

 

BIBLIOGRAFIA

 352

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