013199
ALMEIDA, João Miguel Furtado Ferreira d'
A Oposição Católica ao Estado Novo (1958-1974)

I. Introdução

l

II. O Estado Novo e a Igreja Católica: diagnóstico de uma relação antes da crise de 1958

5

l. A formação da «frente nacional»

5

2. O sobressalto do pós-guerra

11

3. Os sinais contraditórios dos anos 50

15

III. A oposição católica a um regime ameaçado pelos «sinais dos tempos»

20

l. Introdução

20

l. l. A periodização do conflito

20

l .2. Continuidades e mudanças da Igreja Católica em Portugal

21

2. Romper a «frente nacional»

24

2. l.A demarcação dos católicos do regime nas eleições de Humberto Delgado

24

2.2. O caso do Bispo do Porto

28

2.2.1. O Pró-memória

28

2.2.2. A controvérsia: uma «carta vermelha» do Bispo do Porto ?

31

2.2.3. As acções político-diplomáticas

37

2.2.4. O aviso de Salazar

40

2.2.5. A posição do Cardeal Patriarca e do episcopado português

41

2.2.6. Em busca de uma «solução» para o «problema do Bispo do Porto»

45

2.3. A consciência dos católicos contra os métodos do regime

46

2.4. A Revolta da Sé

49

2.5. Reflexos da crise na Igreja Católica

50

2.6. A inauguração do Monumento a Cristo Rei

52

2.7. O exílio do Bispo do Porto

53

2.8. Balanço da crise: uma fractura irreparável

58

3. A oposição católica cresce reforça a legitimidade (1961-65)

61

3.1. A posição da Hierarquia católica portuguesa face ao eclodir da guerra colonial

61

3.2. A participação de Alçada Baptista e Lino Neto nas eleições de 1961

62

3.3.O golpe de Beja

64

3.4. A queda de Goa

66

3.5. A crise académica de 62 e a participação dos católicos

67

3.6. O Tempo e o Modo

69

3.7. Direito à Informação

76

3.8. A Pacem in Terris num país em guerra

83

3.9. Mudanças no Centro Nacional de Cultura

86

3. 10. A crise da visita do Papa a Bombaim

87

IV - A tentação partidária (1965-1967)

94

4.1. As eleições de 1965 e o «documento dos 101»

94

4.2. Um Partido Democrata-Cristão Português ?

101

4.2.1. O debate na oposição católica

101

4.2.2. A posição dos socialistas

103

4.2.3. A posição do Partido Comunista Português

104

4.3. Em nome do Concílio Vaticano II

106

4.4. No 40° aniversário da «Revolução Nacional»

108

4.5. Crónica do fim do salazarismo no Direito à Informação

110

4. Paulo VI em Fátima

112

IV - A oposição católica e a «primavera marcelista»

119

l. As expectativas dos opositores católicos face ao marcelismo

119

1.1. As eleições de 1969

121

1.2. A crise estudantil

125

2. Mudanças e crise da Igreja Católica em Portugal

126

2.1. O «escândalo» em torno do pároco de Belém

128

2.2. Contestação e condicionamentos no ensino e investigação teológica

142

2.3. O clero em diálogo e acção

144

2.4. O movimento GEDOC

146

2.4.1. Repensar a Igreja nos Cadernos GEDOC

146

2.4.2.O Mundo interpela a Igreja nos Cadernos GEDOC

154

2.5. Mudanças na Hierarquia católica em Portugal

157

2.6. Os nomes da Paz

160

2.6. l. A consciência da Paz em 1969

161

2.6.2. Em defesa da «Justiça e Paz» e apoio aos presos políticos

162

2.6.3. Paulo VI recebe os líderes do PAIGC, FRELIMO e MPLA

164

3. A informação clandestina católica

166

3. l. A prioridade à guerra colonial no Dl e BAC

166

3.2. O fracasso do reformismo e o compromisso anti-colonial

174

4. A «Paz é possível» e «depende de ti»

177

5. A oposição católica, a Hierarquia e o marcelismo

186

V - Uma caracterização social da oposição católica ao Estado Novo

193

VI - Conclusões

196

VII- Bibliografia e fontes

201

VIII - Anexos

 

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