013014
PÉLISSIER, René
História das Campanhas de Angola: resistência e revoltas (1845-1941)

CAPÍTULO XII — Os baluartes meridionais da resistência  ambunda (1895-1918) 

15

A Quissama «selvagem»  

16

Os montanheses do Líbolo 

18

A — Os primeiros choques (1895)

19

B — Um comércio difícil 

20

l) Em redor do forte (1898-1899) 

21

2) Para o sul (1902)

22

3) A parada das pistas das caravanas (1905?) 

22

C — As coligações do Sueste e do Leste 

24

l) O Quissongo (1905) 

24

2) Quissongo e Quissala (1908)  

26

3) A curva do Cuanza 

28

D — A revolta de 1917 

29

l) Uma vitória sem amanhã

29

2) O esmagamento do Libolo 

31

CAPÍTULO XIII — Escravos e cafeicultores: os Ovimbundizados das colinas (1893-1918) 

33

A fronteira, nas colmas 

34

A — Praias de embarque 

34

B — Bandidos nas ilhas: a Sanga (1893)

35

l) Fracasso da primeira expedição 

36

2) O fim de um ninho de resistência 

37

C — Para as alturas 

38

D — A primeira revolta do Seles (1902-1903) 

39

l) «Atrocidades» insuportáveis (1902) 

39

2) A coluna repressiva (Dezembro de 1902-Janeiro de 1903) 

40

E — Terras disputadas 

40

l) Operações de polícia (1904) 

41

2) «Cambais» e café (1907) 

41

3) Pacificação e negreiros 

42

A grande revolta (1917-1918)

43

A — Uma situação insuportável 

43

l) A cloaca da colónia 

44

2) A procura de bodes expiatórios 

46

B — Um mês para se libertar do mal

48

l) A faísca 

48

2) A ofensiva

49

3) Cortar as raízes 

51

C — A resposta

52

l) A subida para o Amboim 

52

2) «Aqui ]á não se vive» 

53

3) A contra-ofensíva 

54

4) A última «guerra preta»

55

5) A vingança dos vencedores 

56

D — Reconstruir 

58

l) O fim dos «canibais» 

58

2) Um Eldorado nas colinas 

59

CAPÍTULO XIV — De senhores a criados: o desaparecimento dos reinos ovimbundos (1890-1904)

61

O tempo dos Mambaris   

62

A — O comércio desenfreado 

62

B — Com e contra os fortes 

63

C — O planalto independente 

66

A queda do Bié (1890) 

69

A — O sonho cor-de-rosa 

69

B — Um monarca intransigente  

69

l) A morte de Silva Porto 

70

2) O abandono do Bié 

71

C — A conquista  

72

l) Fulminar o «trovão»

72

2) Uma resistência sem futuro (Novembro-Dezembro de 1890)

73

A infiltração branca (l890-1902) 

75

A — A ocupação do Bailundo 

75

B — Os tempos turvos 

76

l) Bailundo e Huambo  

76

2) Tiranetes da decadência  

77

3) Aves de rapina fardadas 

78

A guerra iuso-ovímbunda de 1902 

79

A — Os fundamentos

80

l) Factores conüituais menores

80

2) Explorar o sertão 

81

B — Os Ovimbundos erguem-se 

83

l) A guerra da aguardente 

83

2) Um mobilizador de homens: Mutu-ya-Kavela 

84

3) Extirpar os comerciantes

85

C — O Bailundo decapitado 

86

l) Lentidões portuguesas

86

2) As limitações de um cabo de guerra

87

3) A agonia do Bailundo

88

D — As últimas independências quebradas

89

l) As colunas ao assalto 

89

2) A resistência dos Estados do Oeste 

90

3) Huambo, vassalos e periféricos de joelhos 

91

E — Balanço e consequências 

92

l) Perdas suportáveis 

92

2) As cicatrizes 

94

Uma resistência residual

95

A — A última independência (1904) 

95

l) A cauda do cometa 

95

2) Contra os salteadores do Sul 

96

3) A derrota do Bailundo-nortc (Bimbe) 

97

B — Entre os cânticos e os balcões 

98

CAPITULO XV — Entre o martelo e a bigorna: os Ganguelas  Ocidentais (1886-1916) 

103

A — A ocupação do Entre-Cunene-e-Cubango (1885-1886) 

104

l) Tentativa na direcção de Cassinga (1885) 

105

2) Ocupação do Alto Cubango (1886)

106

B — Contra o forte e contra os padres (1888-1889) 

107

l) Chinaco, soba «traidor» 

107

2) A guerra dos Franceses 

108

C — Comércio e ladrões  

110

l) Uma fronteira perigosa 

110

2) Um posto comercial: Menongue

111

D — O fim da ocupação (1916) 

112

CAPÍTULO XVI — No Leste longínquo (1892-1917) 

115

A — Uma região esquecida 

115

B — O problema da fronteira

117

A marcha para leste (1894-1895)

118

A — Antecipar-se aos Britânicos  

118

B — A ocupação penal 

119

l) Grandes desígnios, pequenos meios 

119

2) Um lance de audácia 

121

C — A corrida aos vassalos 

122

l) A Barotselândia rodeada

122

2) Uma região perigosa 

123

Uma região mal dominada 

124

A — A sombra dos vizinhos 

124

l) Sondagens britânicas

124

2) Atritos luso-belgas

125

B — Primeiros embates (1903) 

126

C — Arbitragem e escravatura (1905)

126

D — Uma autoridade contestada

128

l) Pelos Ganguelas e pelos Quíocos (1906-1908)  

128

2) Pelos Quiocos (1911) 

129

3) O levantamento de 1912 

129

E — Exploradores e agrimensores 

130

F — Início do êxodo dos Ganguelas Orientais 

131

l) Os Bundas da fronteira  

131

2) A fuga ao imposto

131

A revolta dos Bundas (1916-1917) 

132

A — A guerra ao imposto 

132

B — Uma «jacquerie» prematura 

134

Êxodo e comunicações 

137

CAPÍTULO XVII — Um corpo rijo: o Sul de Angola por  conquistar (1879-1916) 

141

Novos actores 

143

A — Os Boers 

144

B — Os Espiritanos franceses 

148

C — Os colonos  

149

As revoltas do Humbe 

155

A — A primeira revolta do Humbe (1885-1886) 

155

B — Uma fronteira em estagnação 

159

l) As primeiras incursões hotentotes 

159

2) Sobreviver 

160

C — A segunda revolta do Humbe (1891) 

162

l) O desmoronamento do Humbe 

163

2) Primeiro alerta nos Ovambos 

165

D — Um distrito perigoso 

168

l) Novamente o problema hotentote

169

2) Missões para leste

171

E — A terceira revolta do Humbe (1897-1898) 

172

l) A guerra dos bois 

172

2) O grande castigo 

175

3) O podridouro meridional

178

A consolidação da fronteira (1898-1901)

179

A — Aquém-Cunene 

180

B — Além-Cunene 

181

C — A fronteira líquida  

183

A resistência vitoriosa dos Ovambos (1904)

185

A — A guerra alemã

185

B — Velada de armas no rio 

187

l) Entre os Portugueses

187

2) Entre os Ovambos 

189

C — A vitória dos Cuamatos no Vau de Pembe (25 de Setembro  de 1904) 

190

l) Uma derrota explicável 

190

2) Um segundo Adowa  

192

Preparar a vingança

195

A — Uma questão de honra 

195

B — Rever as contas 

197

l) Contra o Mulondo

199

2) No Cunene

200

3) Nos Gambos 

201

C — Testa de ponte no Ovambo (1906) 

201

l) A grande expedição

201

2) Um fraco balanço 

202

3) Duas sondagens  

203

D — Razias nos Gambos e no planalto 

205

A guerra luso-cuamata (1907)

206

A — A grande guerra 

206

l) O fantasma da «liga ovambo» 

207

2) Os trunfos portugueses 

208

B — O fim do Cuamato 

209

C — Depois da cruzada

212

l) O triunfo dos vencedores 

212

2) O tempo da colaboração

213

A grande estratégia: João de Almeida (1908-1910)

213

A — Um Sul linear 

214

B — Ainda o Ovambo 

215

l) Guerrilha no Cuamato

215

2) Diplomacia no Cuanhama 

216

C — Pacificar a retaguarda

216

l) Olhares para o Cubango 

216

2) Perturbações nos Gambos 

2,17

3) A rede em volta do Cuanhama 

219

4) Ocupação do Evale 

219

5) Ocupação a leste do Ruacaná 

220

D — A ocupação do Baixo Cubango (Julho-Outubro do 1909)

220

E — O fim da obra de João de Almeida 

222

l) Batida no Pocolo (1910) 

223

2) Novamente o Cuamato (1910) 

224

3) O Cuanhama cercado 

225

4) Na partida da aranha 

226

A República perante o Ovambo (1910-1914) 

227

A — O Cuanhama da intransigência 

228

B —  Revolta do Evale (1912) 

230

C — Uma «colonização de quartéis»

231

D — O perigo alemão 

232

E — O detonador da revolta: Naulila (Dezembro de 1914)

234

F — O Ovambo livre

235

G — A quarta revolta dos Humbes

238

H — A grande ceifeira 

239

O fim das independências

240

A — O peso dos números 

240

B — O esmagamento dos Humbes 

242

C — Reocupação do Evale e do Cuamato 

243

D — A conquista do Cuanhama 

245

l) Môngua: O Armágedon ovambo 

245

2) O fim do sonho 

248

E — O grande cemitério 

249

F — O rei guerrilheiro 

251

l) Um território militar 

251

2) A morte de Mandume 

253

Esquecer a guerra 

256

A — Uma política impopular 

256

B — O fim dos tempos antigos 

258

l) Os Boers: uns auxiliares inúteis 

259

2) Um deserto calmo 

260

C — Pesar o sangue

262

UM ANACRONISMO. 1940-1941

 

CAPÍTULO XVIII — A grande batida: os últimos Hereros  independentes (1940-1941)

267

Uma etnia marginal 

267

A — Os Hereros em Angola 

267

l) Por causa dos bois 

267

2) Ladrões e roubados 

268

B — Uma insegurança latente 

269

A caça ao Cuvale 

270

A — A grande limpeza 

270

l) Primeira fase (Setembro-Dezembro de 1940) 

270

2) Segunda fase (Janeiro-15 de Fevereiro de 1941)

272

B — Uma lição trágica

272

l) A tribo execrada 

272

2) A utilização dos restos 

274

BALANÇO

 

CAPÍTULO XIX — Balanço da resistência inicial 

279

A caminho do futuro 

293

Principais referências cronológicas para o estudo da conquista (1845-1926) 

295

Mapas 

333

Glossário 

353

Fontes e trabalhos 

359

Índice dos mapas 

399

Índice dos quadros e gráficos 

401

Índice remissivo

403

topo